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  • Marta Rangel

E se levantarmos voo?

Às vezes, precisamos de algo ou alguém. De qualquer coisa que nos arranque do sítio, do ramerrame, da letargia do dia-a-dia.

Manda a inteligência emocional que devemos ser gratos pelo que temos. Porque se estamos vivos, temos saúde, família, amigos, trabalho e o indispensável para viver já temos tudo. Mas somos humanos. Perfeitamente imperfeitos. Eternamente insatisfeitos. Exigentes. Sonhadores.

Às vezes, precisamos de dar um salto de fé. Sem balanço nem equilíbrio. Sem para-quedas. Sem sabermos bem onde vamos cair. Para agitar as águas. Para lançar os dados da vida. Para ver o que nos calha em sorte. Para comprovar que nada disto a que chamamos vida tem de ser um jogo de azar.

Quantas vezes pensamos que o caminho é linear. Que vai ser sempre assim. E isso nem sequer é mau. Mas é apenas assim. Igual quase todos os dias. Previsível pelos próximos anos. Quem sabe, até ao fim dos nossos dias.

Fotografia: Ana Ferreira

Até que a vida nos surpreende. Num dia como outro qualquer. Numa esquina, numa rua. Numa curva, numa recta. Enquanto trabalhamos, enquanto nos divertimos. Enquanto seguimos em piloto automático. Eis que a vida mete uma mudança abaixo, acelera e ultrapassa as nossas expectativas. Às vezes surge quando menos esperávamos. Outras quando mais precisávamos. Se nos empurra para a frente, talvez seja o caminho certo. Se nos faz sonhar, talvez valha a pena. Se nos faz acreditar, já valeu. Podemos ter medo de cair, estatelados no chão, se o para-quedas não abrir. Mas e se levantarmos voo...?

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