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  • Marta Rangel

Que todas as rugas sejam de gargalhadas

O tempo passa veloz. Ainda ontem éramos crianças e sonhávamos com a vida adulta. Hoje somos pais, tios, talvez avós. Somos resultado das nossas experiências, das nossas vivências, das aprendizagens que retiramos delas. Acumulamos amores, libertamos dores, festejamos, lamentamos. Partilhamos comida, bebida, dormida. Damos ombro, colo, procuramos consolo e aconchego. O que somos fica, de alguma forma, marcado em nós. Na nossa pele. Nas rugas ao canto dos olhos, na covinha do sorriso, nas olheiras de noites mal dormidas, na testa enrugada. Às vezes, dá para ver, a olho nu, como quem nos vê despidos. E é possível atenuar algumas marcas - daquelas que nos ferem o ego e a alma. Mas o que não se vê, ninguém nos tira. O que vivemos, o que sentimos, todas as vezes que sorrimos, as gargalhadas que demos, as trocas de olhares, as lágrimas de felicidade, de alívio, de tristeza… As memórias, as recordações, as experiências, as emoções. São nossas, tão nossas, que ficam gravadas em nós. Que todas as rugas sejam de vidas bem vividas, cheias de risos, sorrisos e gargalhadas! Cheias de memórias. Daquelas que nada nem ninguém apaga. E ainda bem.

Fotografia: Ana Ferreira

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